Hoje trago-vos um tema bem diferente do que estão
habituados. Como já todos sabem tenho um gatinho de estimação, mais propriamente
um persa, o Prince, pelo qual tenho um amor louco e o qual trato como se fosse
meu próprio filho. Ele ensinou-me um amor especial, é um mimalho de primeira,
gosta de se enrolar em mim, adora brincar à apanhada e ao esconde-esconde, dá
turrinhas e abracinhos, acompanha-me para todo o lado (incluindo as idas ao wc)
e vem receber-me à porta ao contrário da ideia que as pessoas em geral pensam
dos gatos. Na verdade, ele também vem para buscar biscoitos, mas não vamos
duvidar da boa intenção dele. Como costumo partilhar a minha bolinha de
pelo no Instagram e vocês ficam sempre muito encantados, inclusive recebo
mensagens a gabar o Prince e a fazer algumas perguntas, decidi vir
partilhar convosco a rotina que ter um gatinho exige e também a despesa que
pode acarretar, porque já que vi que há tanta gente interessada em ter um também.


Adotar um animal é uma responsabilidade enorme,
seja ele um gato, um cão, um periquito ou um peixe, é um ser vivo que merece
respeito e cuidados como outro qualquer e por isso devem ser bem tratados. Como
se costuma dizer “até para ser cão é preciso ter sorte”. Então vamos lá aos tópicos que me parecem mais importantes saber:
1º Comida – O Prince é um gato com um peso normal,
pesa 5,400 gr, e segundo o veterinário é um peso adequado. Apesar disso ele come
normalmente duas pias de comida por dia, ou seja, normalmente eu compro sacos
de 10 Kg de comida e gasto em média dois por ano. Claro que tudo depende da
qualidade de ração que pretendem dar, há mais caro e mais barato, eu optei por
Royal Canin porque conseguia comprar a uma média de 50/60€ o saco, mas como
recentemente a marca decidiu aumentar os preços e eu não pretendo diminuir a
qualidade da ração dele, estou a pensar alterar para uma marca farmacêutica, a
Virbac, que neste momento a relação qualidade/preço é bastante superior à da
Royal.







